Histórias de assombrações, fantasmas e espíritos

Histórias verdadeiras, fatos verídicos, experiências reais do além. Fantasmas, espíritos, assombrações? Nós também buscamos descobrir a verdade.
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Carona fantasma

Após carona com ator, garota some do carro na PB e o motorista descobre que... 

...ela já morreu há mais de 40 anos durante um acidente na BR 101 


Na rodovia BR-101 próxima a João Pessoa, capital da Paraíba, uma garota com aparência de 20 anos pediu carona para um ator, atualmente no freezer da TV Globo, que trafegava pelo local curtindo as férias, em plena madrugada. No entanto, ao parar no posto de combustível para abastecer a garota simplesmente desapareceu.


Assustado com o sumiço da adolescente, o ator procurou ajuda e foi informado que a menina morreu naquele trecho, nos anos 70, de um acidente de carro e que ela, na verdade, se trata de um fantasma que sempre pede carona na BR 101 durante a madrugada.


Assustado mais ainda o ator voltou voando para o Rio de Janeiro e não quis gravar entrevista, tão pouco revelar sua identidade, para evitar exposição e ser ridicularizado pelos amigos.


O frentista do posto onde a garota sumiu disse que é comum os motoristas oferecerem carona para a fantasma e depois ela desaparecer. "Isso acontece muito com caminhoneiro. Já presenciei muitos motoristas com o cabelo em pé, com medo dessa garota", disse.


Em nota, a polícia disse que não vai investigar o caso porque não existe uma delegacia especializada em captura de fantasmas, além disso, os policias não teriam coragem nem aparelhamento para trabalhar em uma delegacia do tipo.


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Palhaço misterioso aterroriza ilha americana



Os moradores de Staten Island (Nova York, EUA) estão aterrorizados com um palhaço. Ele tem sido visto em várias partes da ilha. Registros das suas aparições estão sendo feitos na internet. Com seus inseparáveis balões de gás, ele chega a acenar para as câmeras.

"Eu fiquei abalado ao voltar para casa vindo do estúdio em Tottenville", comentou no Instagram o músico Vin Innocente, que fotografou o palhaço sinistro:




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Mórbido: a última foto


Reze pra depois não sonhar (ou quem sabe até ver!), pois realmente impressiona...

Você já parou pra pensar no destino que quer para seus restos mortais? É um assunto delicado para todos, em especial quando se trata de entes queridos que não tomaram a decisão em vida. Velório, enterro e cremação são os procedimentos mais comuns, mas também existem diversos outros modos. E um deles, seria a macabra eternização do cadáver maquiado para parecer vivo em foto. É isso mesmo que você leu!
Essa prática é conhecida como fotos post-mortem, e, felizmente, hoje em dia é vista com maus olhos. Mas já no século XIX, quando ela surgiu, foi um ato bem costumeiro. Tudo começou quando a Rainha Vitória, atual Rainha da Inglaterra, fez o inusitado pedido de que fotografassem o cadáver der um parente próximo, após tratá-lo para que parecesse vivo, e não demorou muito para que isso se espalhasse por diversas partes do mundo. E tudo funcionava de uma maneira bem rústica, usando-se armações de madeira para sustentar os cadáveres e abuso de maquiagem (o que incluía, em muitos casos, desenhos de olhos nas pálpebras).
Além do lado estético, haviam também crenças por trás do processo. Muita gente acreditava estar eternizando também a alma de seu ente querido em um pedaço de papel.

Felizmente, com o passar dos anos, essa prática passou a ser vista com repulsa pela sociedade. Mas isso não significa a extinção do ato. Na verdade, muitas dessas imagens são, até hoje, comercializadas à valores exorbitantes, inclusive com a existência de leilões do ramo.

E você, quando a hora chegar vai querer descansar em paz ou fazer um último ensaio para sair desse mundo com estilo?

Veja abaixo algumas dessas fotos horripilantes.









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Vagão 'fantasma' roda sem condutor em São Roque

Fonte: Estadão

Um vagão de passageiros fora de uso rodou sem condutor pela ferrovia até chegar à estação ferroviária de São Roque, na região de Sorocaba. O prédio é utilizado como sede da Guarda Municipal e os guardas se assustaram com a chegada do que chamaram de 'trem fantasma'.

O vagão está sucateado e não era tracionado por nenhuma locomotiva. Uma inscrição na lateral dava conta de que havia sido, em algum momento, um vagão restaurante. Os guardas contaram que o vagão passou em velocidade pela estação e, mais adiante, parou, voltando de ré. Temendo um acidente, os guardas conseguiram deter o vagão e o amarraram com cordas.

Segundo um guarda, o equipamento estava estacionado próximo de Mairinque e seria transformado em sucata. Como a linha tem um declive, o vagão se movimentou e ganhou velocidade, percorrendo os trilhos sem ninguém a bordo até São Roque.

A America Latina Logística (ALL), concessionária da ferrovia, informou que o vagão sofreu uma avaria mecânica quando estava sendo movimentado e se deslocou até a estação. A empresa já retirou o vagão da linha.

Vagão andou sozinho de Mairinque a São Roque
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Poltergeist


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Eles veem espíritos


Fonte: Super Interessante

No rádio tocava Oceano, de Djavan. Maurício ia de São Paulo a Santos e acabava de entrar no primeiro túnel da Rodovia dos Imigrantes. Foi quando sentiu um calafrio e ouviu:

- Ai, gosto tanto dessa música.
- Tia, o que a senhora está fazendo aqui?, disse Maurício, reconhecendo a voz.
- Ué, estou indo para a praia, responde a tia, com naturalidade.
- Mas a senhora não pode. A senhora está morta faz uma semana.

Dona Rosa, a tia de Maurício que apareceu no carro de repente, reclamava de que estava perdida e ninguém tinha ido buscá-la. "Só vi o Zé [o irmão dela], mas parecia que ele estava de fogo", disse. Sem saber o que fazer, o sobrinho sugeriu que­ ela aguardasse pa­ra seguir seu caminho. Antes de sumir do veículo, a mulher agradeceu a coroa de flores e só não deixou mais perplexo o administrador e engenheiro eletricista Mau­rício Casagrande porque essa não era a primeira vez que algo parecido acontecia. As primeiras manifestações estranhas apareceram na infância, mas foi depois dos 27 anos que ele passou a protagonizar cenas de horror: acordava durante a noite e via figuras cadavéricas no quarto, ouvia vozes e começou a adivinhar data e hora da morte de pessoas próximas. Entre o susto e o incômodo, buscou ajuda médica com psicólogos, psiquiatras, neurologistas. Nun­ca encontrou nada errado.



Para a ciência, espíritos não existem. Nossa personalidade, nossa inteligência, nosso caráter, tudo é determinado pelas conexões cerebrais. Quando morremos, as células têm o mesmo fim, sem deixar possibilidade para alma ou fantasmas aflorarem. Mas os próprios cientistas reconhecem que relatos de experiências sobrenaturais e de contato com os mortos, como o do engenheiro Maurício, estão presentes em diversas civilizações e são quase tão antigos quanto a escrita. A possessão por deuses e demônios aparece desde 2000 a.C. O Tratado do Diagnóstico Médico e do Prognóstico, um conjunto de 40 pedras ba­bilônicas dedicadas à medicina, descreve as alucinações auditivas e as ausências súbitas com um caráter sobrenatural. Hieróglifos também revelam que os egípcios acreditavam que mortos ou demônios entravam no corpo dos vivos e provocavam tais sintomas. O caráter sagrado também esteve presente na Grécia antiga, onde alucinações eram chamadas de "doença sagrada" ou "doen­ça da Lua". Com o advento do cristianismo, os inúmeros deuses deixaram de ser a causa para esses fenômenos. Surgiram as explicações naturais, como a de que a Lua provocava o aquecimento da Terra e isso faria o cérebro derreter, gerando as crises. Na Idade Média, quem tinha alucinações era considerado herege. Joana D’Arc, queimada em 1431 quanto tinha 29 anos, começou a ouvir vozes e perceber luzes estranhas ainda adolescente. Hoje, os espíritos inspiram todo um gênero de cinema - os filmes de terror -, sem falar em contos da literatura universal, novelas e conversas em família. Com tantas histórias distantes, porém parecidas, é muito fácil acreditar que há algo além ao nosso redor.

Apesar de tantos relatos semelhantes, só nos últimos 20 anos é que o assunto saiu dos filmes de terror e voltou a ocupar as páginas de estudos científicos sérios. As pesquisas focam desde o perfil dos chamados médiuns a análises neurológicas que relacionam alucinações a epilepsia e ao fenômeno do déjà vu. Ainda não existe uma explicação definitiva do fenômeno da mediunidade, mas há conclusões suficientes para destruir vários mitos sobre o tema.

Quem vê gente morta?

Primeiro mito: o de que pessoas que afirmam ver espíritos são malucas. Em boa parte dos casos, quem vive esse fenômeno são profissionais com ensino superior, pais e mães de famílias de classe média e alta, que mantêm a experiência em segredo e recorrem a dezenas de médicos para saber o que está acontecendo. Em 2005, o psiquiatra Alexander Moreira de Almeida, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e membro do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper) da USP, aplicou testes psicológicos em 115 médiuns da capital paulista. A maioria deles era formada por pessoas que afirmavam incorporar espíritos, falar coisas que estão sendo ditas por mortos, ter visões e ouvir vozes. Almeida descobriu que pessoas bem instruídas e ocupadas formavam sua amostra: 46,5% tinham escolaridade superior e apenas 2,7% estavam desempregados. "Esses dados mostram que não são pessoas desajustadas socialmente", diz. A maior revelação veio dos resultados do SQR (Self-Report Psychiatric Screening Questionnaire), um questionário aplicado para detectar transtornos mentais. Quanto mais respostas positivas, mais alta é a probabilidade de a pessoa ter um transtorno. "Em menos de 8% delas o resultado deu positivo, o que é muito pouco. Na população brasileira, esse índice fica entre 15% e 25%." Outra surpresa veio com o teste de Escala de Adequação Social. O psiquiatra verificou que os médiuns que relatavam incorporar espíritos com uma freqüência maior eram os mais ajustados socialmente e também aqueles que menos tinham sintomas de transtornos psiquiátricos.



A notícia é um alívio para quem sofre a pressão de viver experiências mediúnicas e se pergunta o tempo todo onde está o limite entre a loucura e a sanidade. "Sou um cara cético. Até hoje me pergunto se o que vejo não é criação da minha cabeça", diz Maurício Casagrande. "Quando as imagens ficaram mais freqüentes, achei que estava ficando esquizofrênico e fui procurar ajuda na medicina." Maurício chegou a dormir duas noites no Hospital São Paulo, vigiado por equipamentos de mapeamento cerebral, e a tomar ansiolíticos, que não o impediram de continuar acordando com presenças fantasmagóricas. Apesar das inúmeras tentativas, não se descobriu nenhum transtorno mental. "Até que um dia um médico falou para eu procurar um lado mais espiritual. Veja só: um médico falando isso!", diz ele.

As consultas médicas também fizeram parte da adolescência de Regina Braga, hoje com 52 anos. Aos 15, ela começou a acordar rodeada de estranhos. "Eram figuras grotescas. Eu via pessoas com os olhos esbugalhados em cima de mim. Comecei a entrar em parafuso", diz. Os pais passaram a levá-la a médicos, que receitavam calmantes. "O tranqüilizante era uma porta de acesso maior. Eu relaxava, ficava indefesa e os ataques à noite eram mais ferozes." Aos 17 anos, Regina entrou em uma espécie de coma. "Os médicos fizeram de tudo para que eu despertasse, mas eu não tinha nenhuma reação." Ao sair do que chama de "transe", foi transferida para a clínica de um médico espírita, que soube tratá-la (leia ao lado boxe sobre a doutrina). "Se fosse outro médico, acho que me mandaria para um hospício."

O medo de ter problemas mentais impede muitas pessoas de falarem abertamente sobre o assunto. "A literatura médica diz que de 15% a 30% da população tem algum tipo de vivência sobrenatural. Essas pessoas não contam para ninguém por medo de acharem que estão loucas", afirma o psiquiatra Almeida. O engenheiro Maurício é um exemplo de quem evita propagandear. "Se tem uma coisa que não suporto são os ‘esochatos’, aquele bando de esotéricos que ficam tentando convencer a pessoa a seguir alguma idéia. Tenho medo de rótulos, por isso prefiro não comentar", diz.

Os médiuns na história

De fato, os cientistas que começaram a estudar esses fenômenos foram os que tratavam doenças mentais. Em 1889, o psiquiatra francês Pierre Janet foi o primeiro a propor a existência de uma segunda consciência. Para ele, quando a personalidade perdia a coesão (o fluxo normal de idéias e pensamentos), uma corrente secundária de idéias, vontades e imagens se sobrepunha à consciência, gerando automatismos motores e sensoriais - responsáveis pelos chamados fenômenos paranormais. O contemporâneo William James, psicólogo americano, defendeu a tese de que a possessão mediúnica era uma forma de personalidade alternativa em pessoas que não tinham problemas mentais: uma espécie de dupla personalidade. Ele não descartou que um espírito desencadeasse essa segunda identidade. Já o professor de cultura clássica Frederic Myers dedicou-se a estudar o inconsciente. Ele defendeu que existia na mente uma consciência subliminar, que raramente emergia - quando isso acontecia, o resultado era a manifestação mediúnica. Até mesmo Sigmund Freud deu palpites sobre a mediunidade. Para ele, os estados de possessão correspondiam às nossas neuroses: os demônios seriam os desejos considerados maus que foram reprimidos. "Aos nossos olhos, os demônios são desejos maus e repreensíveis, derivados de impulsos instintivos que foram repudiados e reprimidos", afirmou ele no livro Uma Neurose Demoníaca do Século 17, de 1923.
A neurologia também tentou cercar o mistério. O inglês John Hughlings Jackson sugeriu que as crises não passavam de uma descarga ocasional, excessiva e inadequada do tecido nervoso sobre os músculos, assim como a epilepsia. Na década de 1950, os médicos Wilder Penfield e Theo­dore Brown Rasmussen, do Instituto Neurológico de Montreal, no Canadá, fizeram cirurgias em pacientes com epilepsia acordados. Graças a elas, o mundo descobriu muito sobre o cérebro. Quando os médicos estimulavam uma área do cérebro, o paciente mexia a mão; em outra, o pé. Ao estimularem áreas relacionadas à gustação, o paciente sentia um gosto na boca. Também ouvia sons sem sentido, via bolas e estrelas. "Foi assim que mapearam o cérebro humano", afirma Elza Yacubian, neurologista especializada em epilepsia da Universidade Federal de São Paulo.

A busca por explicações para os fenômenos tidos como paranormais rendeu também descobertas de instrumentos da neurologia usados até hoje, como o ele­­­troencefa­lograma, que registra a atividade elétrica do cérebro por meio de eletrodos colocados na cabeça do paciente. O a­pa­relho foi criado pelo psiquiatra alemão Hans Berger, fascinado pelos poderes da mente desde a década de 1890, quando foi soldado do Exército alemão. Durante um exercício militar, Berger sofreu um acidente de cavalo. Logo depois, seu pai, sem saber o que havia acontecido, enviou-lhe um telegrama para saber como o filho estava - a irmã de Berger tinha dito ao pai que sabia que ele havia sofrido um acidente. O psiquiatra ficou fascinado pela adivinhação da irmã: passou a acreditar em paranormalidade e decidiu estudá-la. "Ao criar o eletroencefalograma, em 1929, ele esperava que o aparelho desse respostas a experiên­cias que julgava fora do comum", diz Elza. "Uma de suas maiores decepções foi constatar que o eletroencefalograma é normal em pacientes que têm problemas psiquiátricos e nas pessoas que relatam experiências sobrenaturais."

O que diz a ciência

Depois da criação do eletroencefalograma, apareceram a ressonância magnética, a tomografia computadorizada e a ressonância funcional. Com elas, já se conseguiu mapear no cérebro até as á-reas que despertam as emoções e controlam funções específicas do corpo, como enxergar em profundidade ou reconhecer faces. Mas esses equipamentos não são suficientes para detectar a química envolvida na troca de impulsos elétricos e as alterações celulares de quem afirma ver espíritos. Para os cientistas, é por causa dessa falta de recursos mais precisos que os exames feitos pelo engenheiro Maurício não apontam anormalidades. "Quando o bebê está sendo formado, bilhões de células embrionárias migram para formar 6 camadas do córtex", afirma a neurologista Elza. "Nem a melhor ressonância magnética consegue detectar falhas nesse nível."

Mesmo assim, no mundo das hipóteses médicas, os relatos de retorno dos mortos à Terra não passam de ficção criada pela máquina chamada cérebro. Desde os primeiros estudos, a epilepsia virou explicação para manifestações de mediunidade, idéia que é seguida até hoje. Ataques epilépticos são o ponto máximo da hiperexcitabilidade do cérebro, que responde mandando ao corpo reflexos não só motores. Epilépticos sofrem também reações olfativas - como sentir cheiros estranhos repentinamente - visuais e sonoras, como ter alucinações. Isso mesmo, alucinações, muito parecidas com as de quem afirma ver espíritos. "Uma excitabilidade diferente poderia ser a explicação para fenômenos não patológicos de visões e audições", afirma Elza Yacubian. Há tipos de epilepsia que são muito relacionados a relatos sobrenaturais. A epilepsia do lobo temporal do cérebro, por exemplo, provoca alucinações e induz à religiosidade. Essa parte do cérebro é tida como a responsável pela religiosidade: pessoas com lesões nela costumam desenvolver uma religiosidade extrema. Acredita-se, por exemplo, que o fanatismo religioso do pintor Vincent Van Gogh tenha vindo da epilepsia no lobo temporal.

Para o InterPsi, um grupo de pesquisadores da PUC-SP que se dedica a encontrar explicações lógicas e científicas para fenômenos sobrenaturais, a epilepsia é só uma das possíveis soluções do mistério. Além dela, outros estados alterados da mente se relacionam a alucinações. "Freqüências sonoras, campos magnéticos e estados de transe podem provocar efeitos sensoriais", afirma o psicólogo Welling­­­­ton Zangari, pesquisador do Laboratório de Psicologia Social da Religião na USP e membro do InterPsi.
Zangari cita o caso que aconteceu num escritório de engenharia da Inglaterra na década de 1980. Vários funcionários afirmavam ver fantasmas em uma das salas, que em pouco tempo ficou conhecida como mal-assombrada. Foi um engenheiro do próprio escritório, chamado Vic Tandy, que desfez o mito: as aparições eram, na verdade, uma reação do globo ocular, que vibrava influenciado pela freqüência de infra-som de um ventilador, borrando a visão de quem entrava ali.

Sabe-se, também, que alucinações são comuns em pessoas com estados graves de fome ou em quem fica 3 dias sem dormir. "Nessas situações, os neurônios funcionam de forma anormal, criando uma realidade paralela", afirma a neurologista Kátia Lin, da Unifesp. "Não significa que a pessoa esteja louca ou doente."
Se o cérebro é a chave para as alucinações, os cientistas se dedicam agora a saber quais circuitos movem essa engrenagem. Em setembro passado, o médico Olaf Blanke, da Escola Politécnica de Lausanne, na Suíça, criou em laboratório aquela sensação desagradável de ter uma presença parada às costas. A cobaia foi uma mulher de 22 anos, com epilepsia, que se submetia a uma cirurgia para retirar a lesão que provocava as crises.

A equipe de Blanke aplicou estímulos elétricos em pontos do lado esquerdo do cérebro. A reação foi sinistra: a mulher sentiu que alguém estava atrás dela. Empolgados, os médicos estimularam ainda mais a área e a paciente foi capaz de descrever o ser invisível como uma pessoa jovem. Os pesquisadores, então, pediram que ela tentasse abraçar os joelhos. Ao se abaixar, a mulher podia jurar que a presença que sentia tinha segurado seus braços.

A área estimulada está relacionada à noção corporal - sem ela fica impossível, por exemplo, mexer os braços na hora de trocar de roupa, por mais que o braço esteja perfeito. Para o médico Olaf Blanke, estímulos nesse ponto podem explicar não só a presença fantasma, como também os relatos sobre viagens feitas fora do corpo. A tese é reforçada por uma experiência similar realizada em 2002. Ao tentar identificar a área de lesão de uma inglesa de 43 anos, com epilepsia havia 11, Blanke estimulou o giro angular, uma área que fica na parte posterior do lobo temporal, e se surpreendeu com o resultado: a mulher sentiu como se tivesse saído do corpo e levitado 2 metros acima da mesa de cirurgia. "O giro angular é importante para processos cerebrais associados à experiência extracorpórea", afirmou Blan­­­­ke na revista Nature.

Tentar reproduzir fenômenos espirituais em laboratório não é novidade. Desde a década de 1980, o neurologista canadense Michael Persinger faz testes com ondas eletromagnéticas em pessoas normais. A experiência consiste em colocar capacetes, que geram uma espécie de campo magnético, em voluntários vendados, dentro de uma sala escura e com isolamento acústico. À medida que o pesquisador estimula o lobo temporal, os voluntários têm sensações de fazer inveja a qualquer usuário de alucinógenos: olhos que se mexem e viram luzes roxas, visões de incêndios, demônios, des­locamento do corpo e cenas da infância como se acontecessem no presente.

Ou seja: para a neurologia, ver espíritos é resultado de uma disfunção cerebral ainda não diagnosticada. Os sintomas são parecidos com os de doenças como epilepsia, esquizofrenia (que provoca alucinações auditivas e delírios de perseguição), tumores cerebrais (que podem causar alucinações) e transtorno de identidade dis­sociativa, quando o doen­te tem dupla identidade, ouve vozes e muda sua caligrafia. Mas a causa seria bem diferente da dessas doen­ças e estaria relacionada a erros de sinapse do cérebro. "Se há áreas do cérebro capazes de fazer contatos por telepatia, a ciência simplesmente não tem como refutar ou comprovar", diz a neurologista Kátia Lin. Talvez nem mesmo o cérebro abrigue todas as explicações. "Há uma tendência hoje de reduzir tudo a causas cerebrais", diz o psicólogo Wellington Zan­gari, do InterPsi. "Mas não dá para entender tudo sem um olhar antropológico, cultural e psicológico."

Mais longe ainda está a explicação para fenômenos como previsões do futuro, o meio como os médiuns costumam saber da morte de parentes. Como alguém pode ser capaz de atravessar o tempo? Será só uma coincidência? Também há o problema dos relatos de luzes que acendem sozinhas à noite, gavetas, portas que aparecem inexplicavelmente abertas. Enquanto uma explicação definitiva não aparece, quem acredita ver espíritos prefere tentar levar a vida normalmente, como a advogada Margareth Pummer. "O assunto é tão sério que não faço propaganda. Evito conversar sobre isso e assim vou vivendo", diz.

"Foi feliz o cara que fez O Sexto Sentido. Eu tinha experiências similares às do filme. Aos 27 anos, aconteceu um episódio horroroso. Estava em Ubatuba e tive uma visão: Gente ensangüentada, faltando um pedaço da cabeça, aquele branco cadavérico. me acostumei a acordar gritando, sentindo que alguém me cutucava. o ponto culminante foi Antes de eu casar. procurava apartamento na vila mascote, em são paulo, e nada dava certo. Uma noite veio aquele monte de visões insuportáveis no meu quarto e alguém falou: ‘Você não vai conseguir morar nesse bairro, porque ele foi uma fazenda, houve disputas em família e mataram gente ali’. fiquei assustado e decidi morar em outro lugar. Há 5 anos, uma prima distante teve um AVC. Uma noite, veio um ser e falou: ‘A Vera já foi. Em dois dias ela sai do físico’. Nunca tinha tido nada tão claro. Contei para minha mãe e Dois dias depois a mulher morreu. Chega a um ponto tão horroroso que, se alguém vai para o hospital, já sei se sai ou não. Aliás, hospital é um dos lugares a que não posso ir. Cemitério, de jeito nenhum - sempre que vou, volto acompanhado"

Maurício Casagrande, de 31 anos, administrador e engenheiro eletricista especializado na área de telecomunicações.Já psicografou duas vezes. Ateu.

"Aos 15 anos, comecei a acordar à noite e ver espíritos rodeando a minha cama. Eram figuras grotescas, machucadas, que faziam ameaças. Eu chorava muito. Por causa das crises, perdi o ano na escola e passei a tomar calmantes. Achavam que eu estava doida, mas eu tinha certeza do que via. Graças a um médico espíritA, não fui parar num hospital psiquiátrico. Comecei a entender que O QUE CHAMAMOS DE SOBRENATURAL não era incomum NEM ASSUSTADOR. Hoje, Reservo uma ou duas horas por semana para psicografar um livro. Vou ao computador, O ESPírito senta ao meu lado e começa a ditar."
Regina Braga, de 52 anos, secretária-executiva. Católica, começou a seguir o espiritismo aos 17 anos.
"Começou depois que voltei do Japão, em 2001. Um dia, a TV ligou de madrugada, Passando a nota de falecimento do Mário Covas. Por 3 meses, acordei naquela hora. depois, comecei a ver sombras embaixo da porta e roupas flutuando. pensei que tinha um problema psiquiátrico. Essa descrença é o pior: seus olhos presenciam algo e sua mente não quer aceitar. Outra vez, no trabalho, a tia de minha assistente ligou para saber se sua irmã, no hospital, passava bem. Eu atendi e ela me disse seu nome: Carmela. Quando contei para minha assistente, ela começou a chorar: sua tia carmela tinha morrido havia 4 anos. como foi que eu adivinhei o nome da tia dela?"

Emerson Ogata, 31 anos, cabeleireiro, procurou ajuda na doutrina espírita.

"No início, eu tinha medo. durante os pesadelos, me esforçava para acordar e gritar. quando Meu marido acordava, tudo sumia. Um dia lembrei de uma prece. Saí do corpo e fui conversar com os espíritos. Virou um exercício comum. Às vezes, vem uns que querem me assustar, mostram a língua, xingam. Nesse momento, eu falo: ‘fora daqui’. Mas muitas vezes eles vêm para conversar. Já aconteceu de funcionários entrarem na minha sala quando eu respondia em voz alta. É como se fossem grandes amigos. Em 2005, meu filho mais velho foi seqüestrado. Ficou 53 dias em cativeiro e a melhor coisa que aconteceu foi ter contato com espíritos. A primeira coisa que ouvi foi ‘Tenha fé, seu filho vai voltar’. Todos os dias eu tinha esse estímulo. Depois do 35o dia, as pessoas me ligavam para dizer que ele estava morto. Nessas horas, eu ouvia: ‘Seu filho está vivo, fique calma’. as vozes estavam certas. Não tem dinheiro que pague esse apoio."

Margareth Pummer, 48 anos, advogada e gerente de departamento de qualidade e meio ambiente. Segue a doutrina espírita há 17 anos e hoje é médium.
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Ellen Degeneres compra casa mal assombrada

A casa foi reformada, portanto, a Ellen pensou que não existia nenhum vestígio do antigo dono mas ela estava errada


Ellen Degeneres e a sua mulher, Portia Di Rossi, compraram uma casa na área de Holmby Hills, em Los Angeles por 29 milhões de euros em janeiro mas ainda não foram capazes de dormir à noite graças aos acontecimentos fantasmagóricos que acontecem na moradia.

“Ellen pensou que não existia nenhum vestígio do antigo dono mas ela estava errada. Ellen começou a ouvir barulhos aleatórios, incluindo passos e portas a abrir e a fechar, durante a noite”, contou uma fonte à revista ‘National Enquirer’.

Para além dos estranhos barulhos, Ellen vivenciou uma experiência ainda mais assustadora.

“No meio da noite, ela ouviu um grito fraco de uma mulher. Ellen está totalmente apavorada. Ela não teve uma noite contínua de sono desde que se mudou para lá”

A casa de 13 mil metros quadrados foi construída para Brody, o promotor imobiliário Sidney Brody e a sua esposa, Frances, em 1951. Sidney faleceu em 1981, mas suspeita-se que seja o espírito da sua esposa, que morreu em 2009, que está a assombrar a apresentadora.

Os amigos de Ellen e Portia estão a tentar convencer o casal a tomar medidas drásticas limpar o espírito da propriedade.

“Os amigos convenceram a Ellen para realizar uma cerimónia de purificação espiritual na casa. Ela não quer que a sua nova casa tenha uma má energia”, acrescentou a fonte.
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Histórias de fantasmas rondam funcionários de funerária em SP

Acontecimentos estranhos viram rotina de profissionais da morte, que enfrentam supostas aparições e até o medo dos amigos. "Evitam até aperto de mão", diz coveiro

Fonte: IG

Funcionários de uma funerária no interior de São Paulo colecionam histórias de fantasmas e acontecimentos estranhos. Para eles, porém, o convívio com as visitas inesperadas é apenas consequência do trabalho com a morte. Na véspera do Dia de Finados, que é celebrado neste sábado (2), o iG acompanhou a rotina dos profissionais da morte na Urbanizadora Municipal (Urbam) de São José dos Campos, responsável pelo serviço funerário da cidade.

Há duas décadas o tanatopraxista (técnico que prepara os cadáveres para os velórios) Edivaldo dos Santos, de 46 anos, assegura a conservação de corpos. Ganhou o apelido de Doutor Morte e teve de trilhar um longo caminho até se livrar dos pesadelos com cadáveres. “Quando comecei, era coveiro e tinha acesso ao IML [Instituto Médico Legal]. Parte do meu trabalho era recolher corpos após autópsias”. E foi nessa temporada, em 1999, que Santos viveu sua primeira “situação estranha”.

“Estava acompanhando um enterro quando fui abordado por um jovem de 15 anos. Ele me falou: ‘A placa do túmulo caiu. Ninguém vai colar?’. Não era meu trabalho, mas quis ajudar e busquei a cola. Quando voltei, ele não estava mais lá”. A surpresa veio quando Santos olhou a foto na lápide e reconheceu o adolescente. “Era ele. Mas também quero acreditar que era um irmão gêmeo”.

Para o motorista Vagner Mariano da Silva, de 41, os fenômenos assustam, mas acabam virando piada. Há dez anos na profissão e um dos responsáveis pelo transporte dos mortos, Silva conta que um episódio de 2008 lhe causou arrepios. Ele levava um corpo para um velório em Paraibuna (SP).

“A viúva quis acompanhar e toda hora ficava virando o pescoço para trás. Para mim, ela estava apenas olhando o caixão”, conta. Quarenta minutos depois e já no destino final, Silva retirou a urna do carro e despediu-se da mulher quando ouviu: “E o seu amigo? Ele não vai descer?”. “Lembro que ela até ficou brava comigo porque falei ninguém tinha vindo com a gente. Mas, segundo ela, um homem veio sentado ao lado do seu marido”.

Muitas vezes, as experiências vividas no ambiente funerário não podem ser compartilhadas com os familiares. “As pessoas não acreditam ou não querem acreditar. Mas vemos tudo isso no trabalho e não estamos dormindo”, conta Silva. Ele lembra também a história de um amigo que teria presenciado a trepidação das portas das quatro salas de velórios. “Mas quando foram checar, estava tudo trancado. Ninguém sabe o que aconteceu”.

O coveiro Milton, que trabalha há seis anos na Urbam, se considera um novato nos assuntos da morte, mas já foi surpreendido em duas ocasiões. Durante um procedimento de exumação de restos mortais enterrados havia 10 anos, Milton esperava encontrar uma ossada, mas encontrou um corpo intacto. “Levei um susto. Parecia que o cara tinha sido enterrado no dia anterior, foi uma loucura aquilo para mim”. Não foi o único susto: durante um velório, um corpo se mexeu dentro do caixão. “A filha foi tocar o corpo e ainda estava quente. Ela começou a gritar dizendo que o pai estava vivo. Mas a polícia chegou e viu que não tinha pulso. Foi bem estranho”.

Além dos pequenos sustos, os profissionais enfrentam olhares desconfiados e o receio dos mais próximos. Ao caminhar com a reportagem nas ruas do bairro Vila Industrial, o Doutor Morte é reconhecido. Apaixonado pela profissão, ele até ironiza o medo que percebe nos outros. “Cara, acho que você perdeu o brilho dos olhos. Dá uma passada lá [na funerária]”, disse rindo ao cobrador de um ônibus que o cumprimentou. “Deus me livre, doutor. Nem brinca com essas coisas”, rebateu o homem do coletivo.

“As pessoas têm medo de mim. Quando entro no ônibus, não tem como não encontrar um assento livre. Para eles eu represento a morte”, disse Benedito dos Santos. O motorista Vagner conta também que uma ex-cunhada evita até tocá-lo pela sua convivência com os mortos. Os apertos de mãos também são evitados, conta o coveiro Milton. “Outro dia mesmo encontrei um amigo de longa data e perguntei: ‘Tudo bom, meu querido?’. Logo dei a mão e ele me deixou ali. Fiquei até vermelho. Eles pensam que tocamos os mortos do mesmo jeito que os vivos. É diferente”.

  Conheça outras histórias dos funcionários da funerária: Doutor Morte conta histórias de arrepiar:
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Casal de idosos passa medo em casa mal assombrada



Fonte: Perfil News/  Gazeta News

Uma família de idosos, com mais de 80 anos, e suas filha de 51 estão vivenciando momentos de medo e terror por conta de manifestações supostamente sobrenaturais que vêm acontecendo na residência onde moram na Vila Alva, em Amambai. As sessões de fenômenos (como objetos desaparecendo e tornando a aparecer em outro local da casa, sinistros causados por incêndios e inscrições ameaçadoras nas paredes) vêm ocorrendo há algum tempo, mas nos dias antecedentes e durante o carnaval os fatos se registraram com mais evidência.

Na quinta-feira e no dia seguinte os fenômenos foram ainda mais assustadores. Ela conta que, de repente roupas de cama, colchão, cobertores, chinelos, camisas dentro do guarda-roupa, cadeiras, um boné que estava em uma cadeira de madeira e até mantimentos dentro do armário da cozinha acabaram pegando fogo.

Incêndio

Tanto a filha como os pais (ele com 85 anos e ela com 82) são evangélicos e congregam na Igreja Deus é Verdade. Segundo eles, os focos de incêndio começaram a aparecer em pontos diferentes da casa e em horários alternados, obrigando a filha e o casal de idosos a deixarem baldes com água espalhados pela casa, já que apagar o fogo com mangueira não se tornou mais confiável, tendo em vista que uma mangueira ligada a uma torneira do lado externo da casa também acabou se rompendo de forma misteriosa.

De acordo com os moradores, antes do surgimento dos focos de incêndio, coisas estranhas começaram a acontecer, como sal, leite e óleo de cozinha que estavam guardados em armários e na geladeira foram encontrados espalhados pela casa quando os moradores se ausentavam e retornavam; moedas foram encontradas dentro de panelas de comida e chaves da residência desapareceram e depois voltaram a aparecer. Inclusive em uma das ocasiões o idoso chegou a ser atingido por um ovo de galinha na cabeça quando estava sozinho na cozinha.

Frases ameaçadoras

Conforme relato dos moradores da casa, um dos momentos marcantes do fenômeno foi quando apareceu na parede da varanda de serviço da residência as inscrições “SAI” e “Saia vai Embora”.

Um pastor evangélico que visitou a residência sugeriu e os moradores apagaram as inscrições pintando o local onde estavam. Eles mantêm uma bíblia na casa e inclusive salmos colados nas paredes.

Outro momento marcante do fenômeno, segundo a filha do casal, foi quando um papel com o Salmo 91 pegou fogo de forma misteriosa, mas apesar da lavareda, nem o papel onde o Salmo estava escrito e nem a parede no local foram danificados pelas chamas.

Na segunda-feira, o pastor Almiro Messias de Almeida, da Igreja Assembleia de Deus Missões, visitou a residência e verificou o estado de tensão dos moradores por conta dos fenômenos. Ele ouviu a versão dos moradores, viu os estragos provocados pelas chamas, supostamente surgidas de forma misteriosa, mas não quis expressar opinião sobre os fatos narrados pelas pessoas que residem na casa.

Antes de deixar o local, o pastor fez uma oração pedindo a benção de Deus aos moradores e à residência, orientando a se manterem firmes na fé.

No entanto, no final da tarde, após a visita do pastor, novos fenômenos voltaram a ocorrer: objetos começaram a ser jogados para fora de armários e cadeiras teriam se movido sozinhas de um lado para outro dentro da casa.



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Hotel Cecil - Elisa Lam

Em fevereiro de 2013, quando uma estudante canadense de 21 anos foi encontrada morta dentro de uma caixa d'água no Hotel Cecil, em Los Angeles. O departamento de polícia local considerou o caso como "Morte acidental devido a afogamento" e afirmou que não foram encontrados traços de drogas ou álcool no corpo da garota durante a autópsia.

Porém, existem várias coisas para serem contadas, além da versão da polícia. A primeira evidência que deve ser considerada é uma fita de câmera de segurança de um elevador, que gravou o comportamento estranho de Elisa alguns momentos antes dela perder a vida.

O vídeo de quatro minutos postado no YouTube mostra Elisa pressionando todos os botões do elevador esperando que ele se mova. Ao perceber que a porta do elevador não está fechando, a garota começa a apresentar um comportamento extremamente bizarro.



Primeiro, Elisa entra no elevador e pressiona todos os botões. Então ela espera que algo aconteça, (percebam que ela não entrou correndo no elevador, ou parecia agitada) mas, por alguma razão, a porta do elevador não se fecha. Só então ela começa a apresentar sinais de que estava com medo, a garota começa a olhar em volta, como se esperasse que alguém chegasse. No minuto 1:57, seus braços e mão começam a se mover como se ela estivesse conversando com alguém, ou com alguma coisa. Então Elisa deixa o elevador, e este parece voltar a funcionar normalmente.

Após os acontecimentos do vídeo, Elisa provavelmente conseguiu acesso ao último andar do hotel, escalou a caixa d'água e, de alguma forma, acabou se afogando. Seu corpo foi encontrado duas semanas após sua morte, após clientes do hotel reclamarem da cor e do gosto da água. Após analisar o vídeo, a maioria das pessoas concluíram que a garota poderia estar sob efeito de drogas, porém, como dito anteriormente, a autópsia não encontrou qualquer traço de drogas em seu corpo.

Se dermos uma olhada mais a fundo no contexto da história, ela fica ainda mais misteriosa.



A história por trás do Hotel Cecil:

O hotel foi construído em 1920 em Los Angeles para abrigar "Homens de negócio que ficariam na cidade por apenas um ou dois dias", o Hotel Cecil foi perdendo sua fama, e rapidamente deixado para trás por outros hotéis mais glamurosos. É localizado na infame área conhecida como Skid Row, o hotel começou a alugar quartos por períodos longos por um preço extremamente barato, o que atraiu um público questionável. A reputação do hotel passou ed "questionável" para pior quando o mesmo começou a ser palco de notórios suicídios e assassinatos, além de abrigar famosos serial killers. Ricardo Ramírez "Nightstalker" foi um desses notórios assassinos que se hospedaram no hotel.

Uma estranha coincidência:

Após a descoberta do corpo de Elisa Lam, um surto mortal de tuberculose ocorreu em Skid Row, próximo ao Hotel Cecil. E a grande curiosidade é que o kit de teste utilizado nestes tipos de situação: LAM-ELISA. A existência do kit em questão pode ser confirmada aqui. Sendo ELISA sigla para Enzyme-Linked Immunosorbent Assay, um teste imunoenzimático. LAM-ELIZA, desta forma, é uma variante deste teste.

Veja o vídeo (em inglês):


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